Desde final de 2008 que tenho colaborado mensalmente com a Sportlife. No Outside relato as minhas aventuras pelo nosso maravilhoso país e passarei também a partilhá-las convosco aqui. Às vezes colocarei aqui qualquer outro passeio que realize. Gostaria muito que me dessem a vossa opinião, se fizerem algum desses passeios ou simplesmente se vos der vontade disso. Digam-me que mais informações gostariam de ver publicadas nos nossos artigos.

Estarei à vossa disposição para qualquer dica extra que precisarem para fazer alguma destas aventuras ou outras.

Espero que gostem e se aventurem!

Filipe Palma

segunda-feira, 19 de abril de 2010

3 de Abril - Tree line e tea house do João Garcia



De Deboche a Periche o caminho é mais suave, acompanha o rio Imja, mas progressivamente para maiores altitudes. A paisagem vai-se alterando e, à medida que subimos, deixamos as árvores para trás e passamos a encontrar uma terra mais nua e estéril de tudo menos beleza.

Em Pangboche, parámos no Ama Dablan Lodge, onde o João Garcia tem amigos e costuma ficar. Infelizmente estava fechado mas, no dia seguinte.











2 de Abril - Descer para subir



Com vistas dos Himalaias sempre presentes caminhámos desde Namche Bazaar até Deboche. A caminho das mais altas montanhas, nem sempre vamos sempre a subir e, neste caso tivemos uma descida até Punki Tenga, junto ao rio Dudh, seguida de uma subida tremenda até Tengboche onde fica o maior mosteiro budista do Nepal e numa localização preveligiada.







1 de Abril - O Evereste pela primeira vez



O dia de hoje foi de aclimatação especial: passear durante do dia a maior altitude mas vir dormir baixo na mesma. Fomos passear a Khumjung e Khunde, onde se encontra alguma da obra da Himalayan Trust, fundada por Sir Edmund Hillary, com o Sherpa Tenzing Norgay, o primeiro a ter chegado ao topo do Evereste.

Além da primeira vista do Evereste tivémos uma perspectiva lindíssima do Ama Dablan.





















31 de Março - O Primeiro Teste



De Phakding a Namche Bazaar são 11,4 km e 800 metros de desnível, respectivamente dos 2641 m aos 3440 m. A subida final é longa e muito íngreme, é um teste a qualquer um mas especialmente à Família Felgueiras que tinha consigo os rebentos de 7, 9 e 14 anos: A Teresa, o Francisco e o Manuel. Todos se aguentaram bem, incluindo a Teresinha, apesar de ter ido, na parte final, no cesto com o seu carregador. Diga-se que, em todo o resto da viagem, num total de mais de 100 kms, nunca mais recorreu ao cesto. muito mais que notável, foi heróico e um verdadeiro exemplo a todos os outros. E ainda disse com os irmãos aos pais qualquer coisa como: "Na próxima Páscoa podemos vir outra vez?"